O que é EPHIS?

  O Encontro de Pesquisa em História da UFMG é um evento organizado por estudantes da pós-graduação e da graduação em História, sendo realizado anualmente.

  O evento promove o debate entre historiadores jovens e suas pesquisas no cenário acadêmico brasileiro. Alunos de diversos estados do país se encontram na UFMG para apresentarem suas pesquisas e também acompanharem outros estudantes, além de participarem de atividades culturais, minicursos e simpósios temáticos.

  Iniciado em 2012, o EPHIS é hoje o maior evento brasileiro de história organizado por discentes. Diversos professores universitários já participaram do encontro, como, por exemplo: Fernando Novais (USP), Sidney Chalhoub (UNICAMP/Harvard), Heloisa Starling (UFMG), Jurandir Malerba (UFRGS), Durval Muniz de Albuquerque (UFRN), Emilio Crenzel (Universidad de Buenos Aires), Edson Kayapó (UFMG/PUC-SP), a mestranda Keilla Vila Flor (UnB), entre outros.

XIII Comissão do EPHIS

Ana Lívia

Formação: Graduanda em licenciatura em História.

É graduanda e bolsista no projeto de pesquisa e extensão Convergências entre Inteligência Artificial e Metodologias de Ensino de História. Também já participou do PIBID e atuou na rede municipal de ensino de Belo Horizonte e na Educação de Jovens e Adultos do Centro Pedagógico/UFMG. Atualmente, trabalha com o ensino de idiomas.

Athos

Formação: Graduando em Licenciatura em História na UFMG

Bolsista da atual edição do PIBID (2024-2026), e licenciado em História no quinto período pela UFMG. Seus interesses atravessam diversas temporalidades, e os principais concentram-se na área da história social e cultural, com destaque para as interfaces entre arte, tecnologia e religião; e como essas perspectivas são aplicadas ao ensino de História.

Bia

Formação: Licencianda em História na UFMG

Museóloga e licenciada em História (UFMG). Trabalha com pesquisa na área de memória institucional e é arte-educadora. Além disso integra a gestão Chico Rei do Centro Acadêmico de História (CAHIS) 2025-2026.

Eduardo

Formação: Mestrando em História na UFMG

Mestrando e licenciado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Desenvolve pesquisa sobre a posse de casas urbanas por libertos e seus descendentes em Minas Gerais no século XVIII. Integra o grupo de pesquisa “Escravidão, mestiçagem, trânsito de culturas e globalização – séculos XV a XIX”.

Evandro

Formação: Graduando em licenciatura em História na UFMG

É graduando em História pela UFMG, atualmente no 9º período. Atuou no Centro Pedagógico da UFMG em diferentes projetos, é bolsista do PIBID e estagiário no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Participou da comissão organizadora do XI EPHIS, em 2023, e integrou a gestão do CAHIS-UFMG durante 2024 e 2025.

Frederico

Formação: Graduando em Licenciatura em História na UFMG

Licenciando em História pela UFMG, atualmente no 5º período. Com interesse nos movimentos de libertação nacional no continente africano no século XX, em especial no de Burkina Faso. Além disso, também se interessa pela área de história da educação, com ênfase na trajetória da escola pública e na consolidação de sua gratuidade e obrigatoriedade no Brasil. Integra também a gestão Chico Rei do Centro Acadêmico de História (CAHIS) 2025-2026.

Gilberto

Formação: Graduando em História na UFMG

É graduando, atual bolsista PIBID e da edição 2023-2024. Integrante do grupo de pesquisa EPIFAME (Epidemics and Famines in the Western Mediterranean) e do LEME (Laboratório de Estudos Medievais – Núcleo UFMG). Foi monitor de História das Américas I (2024) e atualmente é monitor de História Medieval.

Giovanna

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Bolsista do PIBID e estagiária do Tribunal Regional do Trabalho, também atuou no CEDOC/FAE-UFMG como bolsista de extensão. Tem como interesses de pesquisa o Ensino de História e a História dos Povos Indígenas, principalmente durante a Ditadura Militar.

Glênia

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

É graduanda em História, atualmente no 5º período da licenciatura. Tem forte interesse em estudos sobre a Ditadura Militar Brasileira, com foco especial nas relações entre a Igreja e o regime. Integra o Grupo de Estudos em História Oral Michel Marie Le Ven (UFMG), coordenado pela profa. Miriam Hermeto Sá Motta, e o grupo CORPUS (UFRN), coordenado pelo prof. Durval Muniz de Albuquerque Júnior. É presidenta da XIII comissão do EPHIS.

Izabelle

Formação: Mestranda em em História na UFMG

Mestranda no PPGH-UFMG na linha de pesquisa de História e Culturas Políticas. Realiza estágio da pós-graduação na Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. É voluntária no Projeto dos Cadernos de EJA na FaE. Foi bolsista no Programa de Imersão Docente (PID) no Centro Pedagógico da UFMG. Foi bolsista de Iniciação Científica em projeto do grupo de pesquisa de História Intelectual. É vice-presidenta da XIII comissão do EPHIS.

João Victor

Formação: Graduando em História na UFMG

Graduando em História pela UFMG, atualmente no 5º período. Interessa-se por diferentes áreas da historiografia, como o Antigo Oriente, a Idade Média transmediterrânica, movimentos revolucionários e independentistas do século XX, ditadura militar brasileira, teoria da história e ensino de história. É bolsista no Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI).

Laura

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Graduanda do curso de licenciatura em História da UFMG, atualmente no oitavo período. Estagiária da Diretoria de Arquivos Institucionais (DIARQ) da UFMG, atuando na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE).

Manoela

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Estudante de licenciatura em História na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atualmente cursa o oitavo período da graduação e é bolsista de iniciação científica no projeto “Digitalização, organização, descrição e disponibilização do acervo documental da polícia política mineira – COSEG”.

Maria Júlia

Formação: Mestranda em em História na UFMG

Mestranda em História pela UFMG e licenciada em História pela mesma instituição. Especialista em Psicopedagogia e graduanda em Pedagogia pela PUC Minas. Pesquisa Islã político, terrorismo e contraterrorismo na Revolução Argelina, a partir das obras de Frantz Fanon e do jornal El Moudjahid. Atualmente é professora de História na rede privada.

Mateus 

Formação: Graduando em História na UFMG

Estudante do 3º período de História na UFMG. Atuou como monitor no 33º Simpósio Nacional de História da ANPUH e atualmente é monitor no Centro Pedagógico da UFMG, contribuindo para a formação de estudantes da educação básica. Possui interesse especial na área da educação, sobretudo no ensino médio, buscando conciliar teoria e prática no campo da docência.

Roberth

Formação: Doutorando em História na UFMG

Doutorando e mestre em História Social da Cultura sob orientação da professora doutora Vanicléia Silva Santos, participa do Grupo de Estudos de África Pré-Colonial (GEAP-UFMG). É professor de Educação Básica na rede municipal de Educação em Contagem (MG) e coordenador de Direitos Humanos na Secretaria Municipal de Educação em Contagem (MG).

Vinícius

Formação: Doutorando em História na UFMG

Doutorando. Professor efetivo na rede estadual de ensino (SEE/MG). Atua na linha de História Social da Cultura (UFMG) e desenvolve pesquisas sobre o pensamento antirracista no rap estadunidense e brasileiro.

Vitor Nazaré Pereira

Formação: Mestrando em História na UFMG

Mestrando em História e Culturas Políticas no PPGH/UFMG, sob orientação da prof. Dra. Adriane Vidal Costa. Pesquisa, desde a graduação, o neoliberalismo latinoamericano, enfocando-se principalmente na transformação neoliberal do Estado chileno, durante a ditadura militar entre 1973–1990.

Wemerson

Formação: Doutorando em História na UFMG

Doutorando e mestre em História e Culturas Políticas, participa do grupo de Estudos em Teoria da História, Artes e Literatura (Ethal) e da Comissão Editorial da Revista Temporalidades. Pesquisa a relação entre tempo, afeto e história em Machado de Assis.

XII Comissão do EPHIS

Ana Luísa Pessoa Costa

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Foi bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), além de ter participado de outros projetos de iniciação científica e extensão. Atualmente, atua como mediadora do Núcleo de Ações Educativas e Acessibilidade do Espaço do Conhecimento da UFMG.

matheus aquino

Matheus Fernandes de Aquino

Formação: Graduando em Licenciatura em História na UFMG

Foi bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) e do Centro de Pesquisa, Memória e Documentação (CEDOC) da Faculdade de Educação da UFMG. Atualmente integra, como bolsista de extensão, o projeto “Portal do Bicentenário da Independência: 200 anos das Escolas Públicas no Brasil” do Centro Pedagógico da UFMG.

Arthur Cavalcanti de Oliveira Damasceno

Arthur de Oliveira Damasceno

Formação: Doutorando em História (UFMG), Mestre em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA), Bacharel e Licenciado em História (UFRJ)

É professor efetivo de História da Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC-BA), faz parte da linha de pesquisa Ciência e Cultura na História e tem interesse nas áreas de História da Tecnologia e História da Astronomia no Brasil entre as décadas finais do século XIX e as iniciais do século XX.

Camilly Souza Aguiar

Camilly Souza Aguiar

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Estagiária na Gerência de Patrimônio Cultural Imaterial do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), com interesse em História do Brasil no século XX e Patrimônio Cultural Imaterial.

Gustavo Seyfarth Galvão

Formação: Graduando em licenciatura em História na UFMG

Estagiário no setor de documentação de TRT-3 MG, com interesse em estudo do Ensino de História, história da educação e Métodos/práticas educacionais.

Luisa Padua Zanon

Luisa Padua Zanon

Formação: Mestranda em História

Professora de História na Educação Básica (Rede Privada) e Mestranda em História com pesquisas relativas à Monstruosidade, Inglaterra da Primeira Modernidade, Cultura Impressa e Representações. Sua linha de pesquisa é História e Culturas Políticas.

Thamires da Silva Souza

Thamires da Silva Souza

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

História da Educação: Foi bolsista no projeto de extensão "Memória documental e comunicação da Faculdade de Direito da UFMG", está cursando uma formação complementar aberta em História da Educação na UFMG e participa como voluntária na iniciação científica “História da Educação na América Portuguesa (séculos XVII-XIX): banco de dados e inventário de fontes arquivísticas”.

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Lara Eveline Cordeiro Ribeiro

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

É bolsista do Programa de Extensão de Educação para Jovens e Adultos (EJA) no Centro Pedagógico da UFMG, com um interesse especial por História do Brasil (século XIX) e História da Educação.

Isabella Sardinha Mascarenhas

Isabella Sardinha Mascarenhas

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

É bolsista do Projeto de Residência Pedagógica da CAPES e mediadora no Memorial da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Possui interesse na área da educação e política educacional.

Isabella Gouvea

Isabella Gouvêa Antunes

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Atualmente, bolsista do Programa de Extensão de Educação para Jovens e Adultos no Centro Pedagógico, tendo atuado também no Programa de Iniciação à Docência PID-CP.
Maria Letícia Sério

Maria Letícia Sério

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Estagiária do Arquivo Público Mineiro e bolsista do Programa Residência Pedagógica, tendo realizado também IC na área de história da educação e materiais didáticos. Possui interesse em História da Educação, História do Brasil Império e História Política.

Luís Carlos Albano

Formação: Doutorando em História (UFMG), Mestre em Ciência Política (UFPI)

Atualmente com interesse na trajetória de intelectuais do século XIX, explorando os campos da história da ciência, história intelectual e história ambiental. Pesquisa na linha de Ciência e Cultura na História.

Lauanda Lopes de Souza

Formação: Doutoranda em História na UFMG, mestre em Estudos Rurais (UFVJM), Bacharel em Humanidades e  Licenciada em História pela mesma instituição

Atualmente desenvolve pesquisa dentro do campo de história ambiental e história regional, tendo como objeto de estudo o Vale do Jequitinhonha. Sua linha de pesquisa é Ciência e Cultura na História.

Rafael de Azevedo Silva

Formação: Mestrando em História pela UFMG, licenciado em História e com formação transversal em Estudos Internacionais pela mesma instituição

Atualmente desenvolve pesquisa na área de História da África, com enfoque na História da África do Sul durante o período colonial no século XIX. Sua linha de pesquisa é História Social da Cultura.

Clara

Clara Muniz Silva

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

Estagiária no Arquivo do Ministério Público de Minas Gerais. Tem interesse na História do Brasil Republicano e em Arquivologia.

Lidia Sousa

Lidia Nataly Santos Sousa

Formação: Graduanda em licenciatura em História na UFMG

É bolsista do Projeto de Residência Pedagógica da CAPES e mediadora no Memorial da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Possui interesse na área da educação e política educacional.

Onde tudo começou: o primeiro EPHIS

O EPHIS foi uma iniciativa discente, que ocorreu pela primeira vez em 2012, sob a direção de sete alunos do curso de História da UFMG. Nas palavras da atual Professora de Historiografia Contemporânea do Departamento de História da UFMG, Mariana Silveira (que está na foto abaixo): “o evento surgiu a partir de uma inquietude sobre como, nos grandes eventos da área da História, muitas vezes graduandos e pós graduandos não tinham condições de expor suas pesquisas, não tinham retorno, trocas, nas nossas apresentações” (depoimento completo no nosso Instagram – @ephisufmg). 

23 a 25 de Maio de 2012.

4 a 7 de Junho de 2013

II EPHIS

O II EPHIS seguiu tendo como objetivo estabelecer um diálogo horizontal entre estudantes e pesquisadores. Tendo ocorrido pouco mais de um ano depois da sua primeira edição, o evento foi, sem dúvida alguma, um sucesso. Ficou evidente que o evento não só atraia um público interessado em discutir História – atingindo a marca de cerca de 400 inscritos -, como era necessário oferecer mais oportunidades de trocas. 

III EPHIS

Agora, em sua terceira edição, o EPHIS aumenta o tamanho de sua Comissão Organizadora, composta por onze estudantes, e o tamanho do próprio evento. Além disso, o III EPHIS procurou oferecer amplas condições de participação aos discentes, ao manter valores baixos de inscrição, ao alargar a possibilidade de coordenação de ST, além de garantir em todas as Mesas Redondas a inclusão de ao menos uma conferência realizada por um discente de Pós-Graduação. Além disso, foi nessa edição do EPHIS que começaram a ocorrer as Atividades Culturais durante o evento e o início da Festa de Confraternização, ambos contribuindo para a construção de um espaço de confraternização entre os participantes.

27 a 30 de Maio de 2014

12 a 15 de Maio de 2015

IV EPHIS

O Encontro de Pesquisa em História seguiu aumentando, alcançando treze discentes. E, ano após ano, mais e mais propostas de minicursos, de simpósios temáticos e de comunicações nos são enviadas de todas as regiões do Brasil, demonstrando o alcance que o evento está estabelecendo. Poucas dúvidas restavam de que o EPHIS seria um dos maiores eventos acadêmicos discentes do Brasil, se já não o era. Vale ressaltar que essa foi a segunda edição do evento cujos Anais são publicados pela revista Temporalidades, uma revista discente do PPGHIS/UFMG – a primeira sendo o IV EPHIS.

V EPHIS

Brasil em perspectiva: passado e presente

A quinta edição do EPHIS foi a primeira vez que o EPHIS se apresentou explicitamente com uma temática. Nesta edição, a Comissão Organizadora foi composta por apenas nove estudantes. Contudo, o EPHIS já vinha se constituindo constituído – em sua curta trajetória –, como um dos principais eventos na área de pesquisa em História no Brasil, de modo que foi a primeira vez, em sua história, que o evento alcançou a marca de mil inscritos.

6 a 10 de Junho de 2016

8 a 12 de Maio de 2017

VI EPHIS

Tempo: permanências, rupturas e transições na História

Em 2017, o VI EPHIS foi composto por onze estudantes. Esta edição do Ephis deslocou seu olhar em direção à percepção das continuidades e descontinuidades que marcam o processo histórico, uma dinâmica que não pode ser apreendida através da linearidade dos acontecimentos e que escapa à causalidade das relações. Promovemos diálogos entre história e teorias de gênero; o lugar da memória e o legado autoritário das ditaduras militares latino-americanas; o impacto e influência das revoluções socialistas do século XX e as tensões e desafios presentes na escrita da história e da inserção do historiador na sociedade contemporânea.

VII EPHIS

Diálogos Necessários

O VII EPHIS contou com uma Comissão Organizadora composta por quatorze membros, a maior até agora. Essa edição do evento recebeu sua maior parceria, em termos financeiros, até o momento: o patrocínio da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), por meio de um edital de fomento à cultura. Esse patrocínio foi uma conquista imensurável esse patrocínio, proporcionando diversas atividades para o evento. Em sua sétima edição, o EPHIS propôs que os diálogos já não são somente possíveis, mas necessários e urgentes – daí o tema.

7 a 11 de Maio de 2018

13 a 17 de Maio de 2019

VIII EPHIS

História em tempos sombrios: estudar, pesquisar, ensinar

Em 2019, a oitava edição do EPHIS teve quatorze discentes como Comissão Organizadora. Por tempos sombrios, entenderam as ameaças de extinção do diálogo e do projeto democrático da nossa área e demais campos de produção científica. O “estudar, ensinar e pesquisar”, como facetas que constituem o âmago do nosso existir no mundo, encontram-se em xeque no contexto contemporâneo, e ainda seguem ameaçados, sofrendo diferentes desafios de ordens distintas e que nos afetam como coletividade.

IX EPHIS

Alcances da História: compreender e transformar

O IX EPHIS que, originalmente, era para acontecer entre os dias 18 e 22 de Maio de 2020, foi adiado para quase um ano depois – e foi a única edição do evento inteiramente online, pelo fato de a pandemia ainda não ter terminado. Nesse ano, houve a paralisação das atividades universitárias presenciais devido à pandemia de COVID-19. Foi um momento de reclusão, medo e instabilidade de todo o mundo. Nossos mais sinceros sentimentos a todos que passaram por esse momento tão lamentável na história mundial.

17 a 21 de Maio de 2021

23 a 27 de Maio de 2022

X EPHIS

Tempo, memória e reminiscências: o (re)fazer histórico e suas perspectivas

A Comissão Organizadora optou pelo tema, tendo em vista o cenário político, social, econômico e educacional atuais. Sua Comissão Organizadora do X EPHIS foi composta por treze estudantes. Na sua primeira efeméride, o EPHIS foi caloroso, especialmente após o período extenso de isolamento. Ele foi uma forma de (re)aproximar discentes que iniciaram o seu período de estudos distantes da comunidade universitária, aprimorar os relacionamentos e conhecer pessoas (fisicamente) que só víamos on-line, transformar fotos em rostos reais (ainda que de máscaras).

XI EPHIS

Narrativas em disputa: nostalgia, identidades e apropriações do passado

Os últimos anos não foram convidativos à crença num futuro otimista, e a nostalgia, embora sempre tenha sido coextensiva, se mostrou mais latente. Dentre muitas definições, esse termo pode revelar uma nova compreensão do tempo, contrário à noção de progresso e que, portanto, relativiza a crença na história, como se o conhecimento sobre ela não determinasse o caráter progressista do sujeito – o que não retira inteiramente seu caráter prospectivo. Assim, o XI EPHIS tem como objetivo refletir sobre as disputas presentes nas narrativas que constituem a história, sobretudo em virtude da nostalgia e suas concepções: sua definição, seus sentimentos derradeiros, a idealização dos passados e a formação – e os desafios em si inscritos – de identidades.

15 a 19 de Maio de 2023

15 a 18 de Outubro de 2024

XII EPHIS

Encruzilhadas historiográficas: Itinerâncias nos saberes e caminhos para a história

Onde tudo começou: o primeiro EPHIS

O EPHIS foi uma iniciativa discente, que ocorreu pela primeira vez em 2012, sob a direção de sete alunos do curso de História da UFMG. Nas palavras da atual Professora de Historiografia Contemporânea do Departamento de História da UFMG, Mariana Silveira (que está na foto abaixo): “o evento surgiu a partir de uma inquietude sobre como, nos grandes eventos da área da História, muitas vezes graduandos e pós graduandos não tinham condições de expor suas pesquisas, não tinham retorno, trocas, nas nossas apresentações” (depoimento completo no nosso Instagram - @ephisufmg).

II EPHIS

O II EPHIS seguiu tendo como objetivo estabelecer um diálogo horizontal entre estudantes e pesquisadores. Tendo ocorrido pouco mais de um ano depois da sua primeira edição, o evento foi, sem dúvida alguma, um sucesso. Ficou evidente que o evento não só atraia um público interessado em discutir História - atingindo a marca de cerca de 400 inscritos -, como era necessário oferecer mais oportunidades de trocas.

III EPHIS

Agora, em sua terceira edição, o EPHIS aumenta o tamanho de sua Comissão Organizadora, composta por onze estudantes, e o tamanho do próprio evento. Além disso, o III EPHIS procurou oferecer amplas condições de participação aos discentes, ao manter valores baixos de inscrição, ao alargar a possibilidade de coordenação de ST, além de garantir em todas as Mesas Redondas a inclusão de ao menos uma conferência realizada por um discente de Pós-Graduação. Além disso, foi nessa edição do EPHIS que começaram a ocorrer as Atividades Culturais durante o evento e o início da Festa de Confraternização, ambos contribuindo para a construção de um espaço de confraternização entre os participantes.

IV EPHIS

O Encontro de Pesquisa em História seguiu aumentando, alcançando treze discentes. E, ano após ano, mais e mais propostas de minicursos, de simpósios temáticos e de comunicações nos são enviadas de todas as regiões do Brasil, demonstrando o alcance que o evento está estabelecendo. Poucas dúvidas restavam de que o EPHIS seria um dos maiores eventos acadêmicos discentes do Brasil, se já não o era. Vale ressaltar que essa foi a segunda edição do evento cujos Anais são publicados pela revista Temporalidades, uma revista discente do PPGHIS/UFMG - a primeira sendo o IV EPHIS.

V EPHIS - Brasil em perspectiva: passado e presente

A quinta edição do EPHIS foi a primeira vez que o EPHIS se apresentou explicitamente com uma temática. Nesta edição, a Comissão Organizadora foi composta por apenas nove estudantes. Contudo, o EPHIS já vinha se constituindo constituído – em sua curta trajetória –, como um dos principais

VI EPHIS - Tempo: permanências, rupturas e transições na História

Em 2017, o VI EPHIS foi composto por onze estudantes. Esta edição do Ephis deslocou seu olhar em direção à percepção das continuidades e descontinuidades que marcam o processo histórico, uma dinâmica que não pode ser apreendida através da linearidade dos acontecimentos e que escapa à causalidade das relações. Promovemos diálogos entre história e teorias de gênero; o lugar da memória e o legado autoritário das ditaduras militares latino-americanas; o impacto e influência das revoluções socialistas do século XX e as tensões e desafios presentes na escrita da história e da inserção do historiador na sociedade contemporânea.

VII EPHIS - Diálogos Necessários

O VII EPHIS contou com uma Comissão Organizadora composta por quatorze membros, a maior até agora. Essa edição do evento recebeu sua maior parceria, em termos financeiros, até o momento: o patrocínio da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), por meio de um edital de fomento à cultura. Esse patrocínio foi uma conquista imensurável esse patrocínio, proporcionando diversas atividades para o evento. Em sua sétima edição, o EPHIS propôs que os diálogos já não são somente possíveis, mas necessários e urgentes - daí o tema.

VIII EPHIS - História em tempos sombrios: estudar, pesquisar, ensinar

Em 2019, a oitava edição do EPHIS teve quatorze discentes como Comissão Organizadora. Por tempos sombrios, entenderam as ameaças de extinção do diálogo e do projeto democrático da nossa área e demais campos de produção científica. O “estudar, ensinar e pesquisar”, como facetas que constituem o âmago do nosso existir no mundo, encontram-se em xeque no contexto contemporâneo, e ainda seguem ameaçados, sofrendo diferentes desafios de ordens distintas e que nos afetam como coletividade.

IX EPHIS - Alcances da História: compreender e transformar

O IX EPHIS que, originalmente, era para acontecer entre os dias 18 e 22 de Maio de 2020, foi adiado para quase um ano depois - e foi a única edição do evento inteiramente online, pelo fato de a pandemia ainda não ter terminado. Nesse ano, houve a paralisação das atividades universitárias presenciais devido à pandemia de COVID-19. Foi um momento de reclusão, medo e instabilidade de todo o mundo. Nossos mais sinceros sentimentos a todos que passaram por esse momento tão lamentável na história mundial.

X EPHIS - Tempo, memória e reminiscências: o (re)fazer histórico e suas perspectivas

A Comissão Organizadora optou pelo tema, tendo em vista o cenário político, social, econômico e educacional atuais. Sua Comissão Organizadora do X EPHIS foi composta por treze estudantes. Na sua primeira efeméride, o EPHIS foi caloroso, especialmente após o período extenso de isolamento. Ele foi uma forma de (re)aproximar discentes que iniciaram o seu período de estudos distantes da comunidade universitária, aprimorar os relacionamentos e conhecer pessoas (fisicamente) que só víamos on-line, transformar fotos em rostos reais (ainda que de máscaras).

 XI EPHIS - Narrativas em disputa: nostalgia, identidades e apropriações do passado

(Ainda não saiu o texto)

XII EPHIS - Encruzilhadas historiográficas: Itinerâncias nos saberes e caminhos para a história

(Ainda não saiu o texto)